Este blog foi montado com o intuito de retratar experiências de professores de SwáSthya Yôga que dedicam suas vidas a praticar, ensinar e difundir esta fantástica filosofia de vida.



segunda-feira, 9 de agosto de 2010

LA LECTORA Y SUS CUERPOS



Busca fuera de los libros, dentro de ti.
(1944), escritor brasileño.

Ocurrió durante un momento de lectura. Se dio cuenta de que tenía varios cuerpos, todos conviviendo casi en el mismo espacio. Uno, el más obvio, el único palpable, era el físico denso. Por lo general, ese cuerpo adoptaba una posición parecida (sentada, con los brazos elevados y las manos sujetando un libro, las piernas hacia abajo, la cabeza levemente inclinada). Era el cuerpo que vería cualquiera que al pasar reparara en su presencia. Pero su persona no concluía allí. En un plano más sutil, otro cuerpo que también era ella, conformado por sus emociones, leía. Su cuerpo emocional se movía hacia todos lados impulsado por las palabras. Si un transeúnte hubiera podido ver ambos cuerpos a la vez, los hubiera encontrado superpuestos: mientras el físico permanecía inmóvil, el emocional bailaba al compás del texto asomándose desde el físico como un títere. Pero había más. En un plano aún más sutil, otro cuerpo se manifestaba: el mental, cuya materia prima son los pensamientos. El texto también hacía que sus pensamientos se movieran. Leía la palabra "noche" y miles de noches vividas acudían a acompañar la lectura. Los recuerdos orbitaban alrededor de la lectora. 
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O RETORNO DO HERÓI



Quando somos crianças a presença de heróis é uma constante em nossas vidas. Nesta fase, nossa imaginação é muito fértil e nos permitimos ser quem queremos. O herói nada mais é que uma representação da grandiosidade do potencial humano. No fundo sabemos que podemos ser muito mais do que aquilo que estamos manifestando no momento.

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quinta-feira, 15 de julho de 2010

Calidad de vida en la montaña: aprovechar la inclinación



No es novedad que durante un trekking (así como siempre que estamos de pie) la sangre se concentra en las piernas. Hacia donde la sangre va, hay más energía, y eso es ideal para la caminata.
Sin embargo, durante la noche es aconsejable darles un descanso y enviar la sangre hacia otras regiones del cuerpo con la finalidad de descongestionar las piernas.
La fuerza de gravedad tiene influencia directa sobre la circulación sanguínea: la sangre siempre se concentrará en el área del cuerpo que esté más próxima del suelo. Sabiendo esto, y ya que las montañas ofrecen relieves variados, podemos armar la carpa en una zona donde el suelo esté ligeramente inclinado. Luego, orientar la bolsa de dormir con la cabeza hacia la zona más baja y los pies en la parte más alta. Durante la noche, las piernas se aliviarán notablemente.
Importante: no ser exagerado, que la inclinación sea sutil, sobre todo si no se está acostumbrado a realizar posiciones invertidas (hablaremos de posiciones invertidas en otra oportunidad).
Contraindicación: abstenerse de este ejercicio (así como de cualquier posición invertida) en caso de tener presión alta o problemas cardíacos.
Buenos modales: si se comparte la carpa con más gente, consultar si todos están de acuerdo antes de armar la carpa inclinada.


quarta-feira, 14 de julho de 2010

A Coreografia – 3ª característica do Método DeRose



Demonstradora: Instr.ª Sabrina Vallar
Fotógrafo: Joel Bessa

É impossível ficar indiferente a uma demonstração de coreografia, pela exigência e beleza que determinadas técnicas possuem, pela destreza e força dos demonstradores, mas também pela envolvência comunicativa e afectiva que se consegue criar.

As demonstrações de coreografia carregam sempre consigo a exposição, e todos os temores que isso arrasta. A influência do púbico, a comunicação que se estabelece com o mesmo acarreta uma forma diferenciada de sentir cada movimento. É mais um ingrediente colocado nesta receita de sensações. Acrescentamos ainda todas as regras para a demonstração, e como tal, torna-se necessário moldar o aspecto criativo às normas estipuladas. 

A coreografia, enquanto prática livre, pode funcionar como veículo de projecção para o exterior das nossas emoções. É a forma mais libertadora de vivenciar o corpo, de permitir que ele se expresse. É como quando pomos a música bem alta, e queremos apenas dançar, não como refúgio, mas como fonte de prazer inesgotável, pois provém de nós mesmos. 

Pode-se aprender a ver-se a si mesmo através da coreografia, a melhor reconhecer como se sente e a iniciar processos de transformação a partir de cada movimento criado. Ao estudar a figura de Shiva Natarája constata-se que a sua dança impõe o ritmo do universo e que dançando elimina a ignorância do seu trilho de auto-conhecimento. Tal como o mudrá actua numa acção reflexológica, também a coreografia possui essa característica e ajuda a cortar todas as amarras, que nos prendem ao mundo. Despertamos a capacidade de também impor o ritmo do universo, do nosso universo.

De forma a alcançar tal sentimento, temos que nos deixar envolver pelo nosso corpo, pela música e não definir plano algum. O corpo intuirá naturalmente que direcção deve tomar, que posição deve assumir. A característica de auto-suficiência é imprescindível, é o que nos confere segurança em assumirmos a nossa unicidade. O efeito é avassalador. A nossa confiança aumenta, tal como a auto-estima, e isso manifesta-se em tudo quanto fazemos na nossa vida. Edificamos uma estrutura interna tão sólida que não mais temos receio de viver tudo intensamente. Deixamos de nos ver apenas como uma roda da engrenagem do universo, e sentimo-nos mais integrados, capazes de influenciar o mundo que nos rodeia.




A Vingança de Cândido




Quando Voltaire escreveu seu livro de maior sucesso: Cândido, ele o fez em protesto às filosofias otimistas que vinham sendo difundidas por Pensadores alemães. O Livro de Voltaire é altamente refratário à forma de raciocinar vigente na época, na qual eles achavam que um Deus infinitamente bom, que logicamente era de se esperar a criação de um mundo amável e feliz, escolheu o melhor dos mundos possíveis e as coisas ruins que aconteciam nele eram reflexos da imperfeição de todo o ser criado. Para os Pensadores desta época a priori tudo caminha para o melhor.

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sexta-feira, 11 de junho de 2010

OS LIMITES DA SABEDORIA



Antes de iniciarmos essa reflexão vamos esclarecer alguns pontos. Há grandes diferenças entre o que o Ocidente e o outro lado do mundo entende por sabedoria. Do lado de cá, a sabedoria está normalmente atrelada à capacidade de associações, ao movimento mental e a algo estritamente especulativo. Desde o jardim de infância nos ensinam que devemos sempre pensar, refletir e que isso é realmente essencial. Entretanto, esta atitude que nos foi imposta pode tornar-se limitadora à percepção mais profunda do mundo. Se pensarmos em termos de inteligiencia emocional, a satisfação dos desejos também é limitante e muitas vezes têm um grande fundo de condicionamento. Cito o escritor brasileiro, DeRose “há duas formas de comprovarmos a inutilidade dos prazeres: a primeira é renunciando a eles; a segunda, gozando-os.” A satisfação dos sentidos realmente traz uma realização, mas passageira e que termina assim que as sensações reduzem sua intensidade. Se nos detivermos nisto estaremos eternamente correndo atrás de algo que venha de fora para dentro e não chegaremos ao ponto de gerarmos a felicidade como um estado de consciência, algo que independa das situações externas. Esse tipo de sensação é um estado de inabalável bem-estar.

Para os orientais o único conhecimento que interessa é aquele que nos proporcione autoconhecimento. Para eles, o que importa de conhecimento é aquilo que nos conduza à felicidade permanente e à descoberta daquilo que realmente somos.

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Assim Falou De Nardi.




Durante una pausa



Sucede, en algún momento, que la mochila se amalgama a nuestra espalda. Todos los que tienen el hábito de caminar por la montaña sintieron ese amor-odio por su propia mochila. Cuando la relación está en su apogeo y preferimos mantenerla puesta todo el tiempo, podemos usar las pausas (destinadas a tomar agua, sacar una foto, recuperar el aliento) para dar un descanso a las piernas aprovechando el peso que llevamos en la espalda.

En el Yôga Antiguo trabajamos con la musculatura en frío (o sea: sin repetición y consecuente calentamiento de la musculatura). Por eso, el siguiente ejercicio, que pertenece a la familia de los ásanas (así se llaman las técnicas corporales) debe realizarse sólo una vez y permanecer en él el máximo de tiempo que el confort permita.

Sentarse, extender la columna tanto como sea posible y luego dejarla caer hacia delante sin hacer fuerza por bajar (lo mejor es que el cuerpo se adapte de a poco a la posición). La fuerza de gravedad ayudará a aproximar el pecho a las rodillas y las piernas se mantendrán siempre extendidas. Con cada exhalación, relajar el cuerpo aún más y sentir que la musculatura de las piernas se elonga y en consecuencia descansa, por algunos minutos, del esfuerzo de la caminata.

Regla de seguridad: esforzarse sin forzar nos recomienda una de las reglas generales de ejecución de esta filosofía milenaria. Si la posición no resulta confortable, es mejor no permanecer por mucho tiempo. Una sugerencia es hacer exactamente lo mismo pero retirando antes la mochila.

Foto: Miguel Sampedro